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Abril 20, 2008

UMAR com novo núcleo em Braga

Arquivado em: Blogosfera — carlacerqueira @ 5:32 pm
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A União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) conta com um novo núcleo na cidade de Braga. Quatro jovens estudantes da Universidade do Minho são as dinamizadoras do projecto que pretende mostrar que o(s) feminismo(s) estão espalhados por todo o lado. Criar iniciativas para envolver a comunidade bracarense para a causa da igualdade de género  é o grande objectivo destas activistas.

Anabela Santos, Carla Cerqueira, Danielle Capella e Sylvie Oliveira são os rostos bracarenses deste novo projecto. O núcleo da UMAR de Braga reúne-se às quartas-feiras, às 21h30, no estaleiro cultural da Velha-a-Branca. Apela-se a todos os interessados ou simplesmente curiosos que passem por lá!

Entretanto, podem consultar os projectos desenvolvidos e as iniciativas em agenda na blogosfera. Promete-se desmistificar o feminismo e mostrar que é uma causa que deve ser abraçada por mulheres e homens…afinal, trata-se apenas da igualdade formal e informal!

 

Delinquência juvenil feminina é “fenómeno negligenciado”

Arquivado em: Debates — carlacerqueira @ 2:40 pm
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 “Delinquência juvenil feminina: percursos invisíveis” é o tema de doutoramento da ex-aluna da Universidade do Minho (UM), Vera Duarte, e foi o título do seminário que a actual assistente na Universidade Católica presidiu na semana passada na UM. Vera Duarte falou sobre a invisibilidade social e científica do fenómeno da delinquência juvenil feminina e as especificidades dessa forma de criminalidade. 

De acordo com Vera Duarte, a opinião pública não se tem interessado pelo tema da violência juvenil feminina, considerando que este é um “fenómeno negligenciado” e pouco estudado em Portugal. A ex-aluna acrescentou ainda que muitas vezes este tema é apenas “nota de rodapé”.

“Há quase um processo de democratização de delinquência”, disse Vera Duarte que considera que “a delinquência não deixa de ser transversal à questão das classes, idades e sexo”. Acrescentou, ainda, que “os inquéritos mostram” que os rapazes estão em maior percentagem, no que diz respeito a delitos, “ao contrário das raparigas”.

A assistente da Universidade Católica explicou que “as raparigas têm uma instabilidade relacional muito grande”, pois as dificuldades de adaptação delas são diferentes das dos rapazes. A oradora sublinhou ainda que “os técnicos, monitores ou até os professores têm consciência que têm dificuldades em perceber as necessidades” femininas.

A ex-aluna da academia minhota acredita que é necessário olhar para as especificidades dos géneros para perceber os comportamentos masculinos e femininos.

(Fonte: ComUM Online)

This is what a feminist looks like

Arquivado em: Reflexões — carlacerqueira @ 1:27 pm
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As/Os feministas são mulheres e homens perfeitamente normais…Em Braga, durante a última semana, tentámos mostrar a importância do movimento feminista…mas parece que ainda temos muito que sensibilizar. Os média têm contribuído, em muitos casos, para foratelecer a ideia que as feministas são mulheres que não suportam os homens, que têm um aspecto descuidado e que devem pouco à feminilidade. Não é verdade…e os homens também podem ser feministas…o ideal é que todos fossemos e não tivessemos vergonha de o admitir…afinal, parece pouco racional que se aceitem desigualdades entre homens e mulheres:-) Vejam o vídeo…as e os feministas são assim…uma diversidade de mulheres e homens que lutam por uma maior justiça social:-)

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