Hoje assisti a um debate sobre a prostituição na Universidade do Minho. Inês Fontinha da Associação ‘O Ninho’ falou da sua experiência com mulheres prostitutas, argumentando a favor do modelo abolocionista. Manuel Carlos Silva, investigador do ICS, na Universidade do Minho, revelou o seu recente estudo sobre a prostituição e mostrou-se a favor da regulamentação.
Muitas questões foram colocadas em debate, não esquecendo os modelos jurídico-políticos. Trata-se de uma realidade complexa e muitas vezes tratada como um tabu. Depois disto…recebi agora o alerta de uma notícia sobre o tema que me deixou boquiaberta. Parece que em alguns países utilizam-se estratégias bastante diferentes para proibir a prostituição…Aqui vai…
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Indonésia Cadeado nas calças para prevenir prostituição As massagistas na província de Java, na Indonésia, são agora obrigadas a andar com um cadeado nas calças. A ideia é impedir a prostituição. |
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As autoridades locais da província de Java, na Indonésia, criaram um cinto de castidade dos tempos modernos para tentar impedir a prostituição nas casas de massagens. São precisamente as massagistas que estão agora obrigadas a andar com um cadeado nas calças, uma vez que a situação da massagem descamba frequetemente para a prostituição quando as funcionárias das casas de relaxamento estão com os clientes. A medida ainda só não foi tornada lei porque há políticos que a consideram um insulto para as mulheres. (Fonte: Expresso)
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